quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Sobre a Insignificância

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Quando chego a um resultado como o dessa frase, tenho certeza de estar caminhando para o lugar certo. Pode reparar, não tem frescuras linguísticas, o que se comunica com a minha ideia de que poesia não precisa ser "performática". Vou redizer pra que fique bem dito: a MINHA poesia não precisa ser performática, não é o que busco.

Outra coisa, é assim que se fala por aí, qualquer um podia ter dito isso e do jeito que foi dito, o que concorda com o que penso sobre não ser necessário reinventar a língua toda pra alcançar poeticidade.

Por fim, toda essa simplicidade, coloquial ao ponto de ser gramaticalmente subversiva, faz uma referência a conceitos sofisticados de (pra falar como o meu amigo Heidegger) ser-no-mundo.

Acho que é isso.

Um comentário:

  1. Há muito de filósofo nesse poeta e vice versa. "Acho que é isso."

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